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A verdadeira história do voo JJ3054 –TAM Homenagem

TAM  –  A verdadeira história do voo JJ3054 – Homenagem 

Acidente com avião da TAM no aeroporto de Congonhas completa 10 anos  e previsto por Jucelino Luz

Águas de Lindóia , 10  de julho  de 2017

Histórico

Em  2005  , Jucelino Luz  envia alertas sobre dois acidentes , (um  em 2006   e um outro  para 2007 )  .  Inclusive. diz  em entrevista em 2006, ao  programa de Ana Maria  Braga , que  iriamos ter um outro acidente .No mesmo ano  protocola no Jornal folha de São Paulo , documentos sobre o próximo  acidente aéreo (  acompanhado de testemunha ) Ainda  naquele  mesmo ano  avisa  via carta registra com “ AR” duas Empresas que fiscalizam o setor aéreo ,no sentido de tentar evitar esse acidente . No dia 20   de dezembro de 2006 ,enviou uma carta  para o Programa do Fantástico -Rede Globo de Televisão , onde falava desse acidente da TAM   e da possível ,morte do pai da música Soul, JAMES BROWN, que influenciou muitas outras bandas de futuras gerações. com uma forte pneumonia  e que seria 23/12/2006  e depois  foi respondida  pela Produção do Fantástico  em  29  de dezembro de 2006.  E naquela data  também manda cartas para a Empresa TAM  – onde recebeu uma ligação  de uma funcionária ( Secretária Executiva ) ,confirmando se foi  Jucelino Luz , que enviou  aquela missiva  . Em Abril  de  2017 envia novamente outra carta para a TAM , alertando-os sobre a possibilidade daquele trágico  acidente ; não contente apenas com isso, lança a revista  “ Revelação “  2ª  edição  – de junho/julho/agosto/setembro   que começou  a ser  distribuída na segunda quinzena de  maio  de 2007. O que poucos sabem, no entanto, é que a existência desses alertas espirituais  já era conhecida dos responsáveis  desde o início de 2005  . No seu propósito de  “Salvar  vidas “, já falava sobre esse acidente , no entanto,  não há como  afirmar então  que não foi recebido por eles  – como uma minoria sempre tenta confundir  , talvez, por mando de alguém  que deve ter interesse de esconder a ” verdade ” .

A benção maior veio através do perito forense ,criminal e em documentoscopia  Dr. Reginaldo Tirotti  ,agindo imparcialmente , fez uma análise minuciosa nos documentos apontando a veracidade dos mesmos

O acidente do  JJ3054 .

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Eram aproximadamente 18h47 do dia 17 de julho de 2007 quando o Airbus A 320 da TAM, que vinha do aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, tentou pousar no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A pista estava molhada e, por causa de uma reforma recente, não tinha grooving (ranhuras, que facilitam a frenagem do avião). De acordo com as investigações, por um erro no posicionamento dos manetes, que determinam a aceleração ou reduzem a potência do motor, a aeronave não parou. Um dos manetes estava na posição de ponto morto (idle), mas o outro em posição de aceleração.

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O Airbus atravessou a pista, passou sobre a Avenida Washington Luís e bate

Acidente com Fokker 100  da  TAM  que também foi previsto por Jucelino Luz 

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Acidente com Fokker 100 da TAM em São Paulo  previsto também por Jucelino Luz    . Avião decolou de Congonhas para o Rio e caiu 24 segundos depois.  Ao todo, 99 pessoas morreram na tragédia: 96 na aeronave e três em solo.  O acidente com o avião modelo Fokker 100 da TAM na tragédia com o voo 402, que decolou às 8h26 do dia 31 de outubro de 1996 do Aeroporto de Congonhas com destino ao Rio de Janeiro, e caiu 24 segundos depois sobre oito casas da Rua Luís Orsini de Castro, no Jabaquara, cerca de 2 km adiante, na Zona Sul de São Paulo. Morreram 96 pessoas que estavam no avião entre passageiros e tripulantes, e mais três pessoas em terra.

Passados dez anos, ninguém foi condenado pelo acidente com o Airbus A320 da TAM, ocorrido em 17 de julho de 2007.

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Nesses anos, o caso foi julgado pela primeira e segunda instâncias da Justiça Federal e todos os denunciados pelo Ministério Público Federal foram absolvidos. Nesses dez anos, a TAM se juntou à empresa aérea chilena LAN, fusão que ocorreu no dia 5 de maio de 2016, e virou Latam Airlines, ou somente Latam como está estampado em suas aeronaves. E  as maiores vítimas são todos os entes queridos desses vitimados nesse triste acidente .

O acidente foi investigado por três órgãos. Um deles, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Aeronáutica, que concluiu que uma série de fatores contribuíram para o acidente. O relatório do Cenipa constatou, entre vários pontos, que os pilotos movimentaram, sem perceber, um dos manetes para a posição idle (ponto morto) e deixaram o outro em posição climb (subir). O sistema de computadores da aeronave entendeu que os pilotos queriam arremeter (subir).

O documento também relata que não havia um aviso sonoro para advertir os pilotos sobre a falha no posicionamento dos manetes e que o treinamento dos pilotos era falho: a formação teórica dos pilotos, pelo que se apurou na época, usava apenas cursos interativos em computador. Outro problema apontado é que o copiloto, embora tivesse grande experiência, tinha poucas horas de voo em aviões do modelo A320, e que não foi normatizada, na época, a proibição em Congonhas de pousos com o reverso (freio aerodinâmico) inoperante, o que impediria o pouso do avião nessas condições em situação de pista molhada.

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A Latam Airlines negou que houvesse falhas no treinamento dos pilotos. “O programa de treinamento da companhia já se encontrava dentro do previsto e conforme regulamentações do setor, inclusive com conteúdo e carga horária conforme padrões mundiais”, informou. Segundo a Latam, tanto o treinamento quanto os procedimentos dos pilotos são feitos conforme padrões mundiais de segurança e norteados pelos manuais do fabricante e aprovados pelas autoridades do país de origem e órgãos reguladores.

O Cenipa, no entanto, não é um órgão de punição, mas de prevenção. Ele não aponta culpados, mas as causas do acidente. O relatório sobre o acidente, portanto, dá informações e 83 recomendações para que tragédias como essa não se repitam. O relatório feito pela Aeronáutica contribuiu para outras duas investigações, feitas pela Polícia Civil e pela Polícia Federal, que levaram, no entanto, a conclusões bem diferentes sobre os culpados.

O caso foi investigado inicialmente pela Polícia Civil, que decidiu indiciar dez pessoas pelo acidente, entre elas funcionários da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e da companhia aérea TAM. Após o indiciamento policial, o processo foi levado ao promotor Mário Luiz Sarrubbo, do Ministério Público Estadual, que incluiu mais um nome e denunciou 11 pessoas pelo acidente. “O acidente poderia e deveria ter sido evitado. A aeronave, com o reverso inoperante, não poderia pousar naquela pista naquela circunstância”, disse o promotor.

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O processo em âmbito estadual agradou às famílias das vítimas. “O processo, como foi feito pelo Dr. Sarrubbo, achei que foi muito bem feito. Apontou gente da Anac, Infraero e TAM. Se não me engano, ele fez uma menção contra a Airbus por não colocar como mandatório aquele dispositivo de segurança [o aviso sonoro sobre o posicionamento dos manetes]. .

Justiça Federal

A ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) Denise Abreu, o então vice-presidente de operações da TAM, Alberto Farjeman, e o diretor de Segurança de Voo da empresa na época, Marco Aurélio dos Santos de Miranda e Castro foram denunciados pelo Ministério Público por “atentado contra a segurança de transporte aéreo”, na modalidade culposa. Eles foram absolvidos pela Justiça de primeira instância e também pelo Tribunal Regional Federal.

Os três viraram réus e foram julgados pelo juiz Márcio Assad Guardia, da 8ª Vara Federal Criminal de São Paulo que, em 2015, absolveu-os. Para o juiz, eles não agiram com dolo (intenção).

“Eles não praticaram o crime de exposição de aeronave a perigo previsto no Artigo 261 e do Código Penal, seja porque as condutas a eles atribuídas não correspondem à figura típica abstratamente prevista na norma [ausência de subsunção do fato ao tipo], seja porque não se encontram no desdobramento causal – normativo ou naturalístico – do resultado”, diz o juiz na sentença. “De acordo com as premissas apresentadas pelo órgão acusatório [MPF], seria possível imputar a responsabilidade penal pelo sinistro ocorrido em 17 de julho de 2007 a um contingente imensurável de indivíduos, notadamente pela quantidade e pelo grau de desvirtuamento apresentados no curso do processo”. No mês passado, o TRF manteve a decisão de primeira instância e a absolvição dos réus.

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Apesar da demora e da absolvição dos réus nas instâncias iniciais, as famílias ainda acreditam em condenação. O promotor do caso diz que “A esperança é que esse quadro seja revertido. Para todos , familiares, essas três pessoas que são réus no processo criminal, tem responsabilidade por expor a aeronave a risco. O que a gente espera é que isso “ a absolvição”  se reverta e tenha uma punição. Assim que a justiça seja feita .

Esperam com  convicção de que a Justiça ainda dará uma resposta ao recurso pendente de apreciação. O advogado dos familiares tem  firme convicção de que nós teremos uma resposta positiva da Justiça com a responsabilização penal daqueles que atuaram, não dolosamente, mas daqueles que colaboraram para esse tipo de evento acontecesse.

O advogado que defende as famílias também espera pela reforma da sentença nas instâncias superiores e na punição aos culpados pelo acidente.

E fala ainda que “Continua  entendendo que, na realidade, quando o avião se chocou com o prédio da TAM, ali não foi o início da tragédia. Ali foi o fim da tragédia. O início da tragédia foi a autorização do pouso [no aeroporto de Congonhas]. Essa autorização, nas circunstâncias da pista, nas circunstâncias do avião, naquele momento chuvoso, com pista escorregadia, o avião com o reverso pinado, voo lotadíssimo, não deveria ocorrer. Algumas pessoas deveriam garantir que isso não ocorresse e terminaram não cumprindo com seus deveres”.

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De acordo com o advogado, “a luta continua”. “Se ainda tivermos recursos para as cortes superiores, o Superior Tribunal de Justiça e o Supremo Tribunal Federal, continuaremos lutando porque estamos lutando em nome da memória de 199 pessoas mortas. E também estamos lutando para que o Brasil, alertado por essa tragédia, trabalhe incessantemente para que ela não mais ocorra.”

Acidentes  TAM  evitados  com  apoio  da população , internautas  e mídia :

TAM – voo  JJ 3300  – acidente evitado

De acordo com essa carta, em 2007 haveria um acidente no dia 29 de outubro, com um avião JJ3300  que sairia de Fortaleza as 8:10   e   poderia  cair  na chegada ao aeroporto  de Guarulhos  -S.P   ( após mais de três horas de viagem )  E  nesse  caso  a Empresa TAM , retirou   o voo para manutenção  evitando um  acidente grave . E  embora Jucelino Luz   teve encontros com pessoas importantes da Empresa aérea na época , evitaram de falar sobre o caso , depois de muito repercutido pelo Programa de João Inácio  Show  – o apresentador João Inácio  da TV Diário, deu muito apoio  valoroso  para que esse fato  não  se tornasse mais uma tragédia –  após alguns programas que foram exibidos ,  o  voo JJ3300  foi retirado  pela  própria Empresa , por uma atitude muito correta –   uma  informação  de uma funcionária escrito  em papel da própria  empresa aérea que foi cancelado aquele voo.  Assim, evitando muitas mortes .

TAM – voo  JJ 3720  – acidente evitado

Jucelino Nóbrega da Luz ,recebeu uma ligação  de funcionária da TAM , dizendo que  a decisão da Empresa , foi  colocar a aeronave para uma manutenção  , e que não iria mais cair  no cruzamento da avenida Paulista com a alameda Campinas, região central de São Paulo.

Antes de saber da troca para a manutenção da aeronave  explicada por   Jucelino, o síndico de um prédio comercial da Paulista emitiu, uma semana antes , , um comunicado a quem frequenta o edifício informando sobre um possível acidente aéreo no próximo dia 26. Graças  ao alerta, muitas publicações foram feitas , possibilitando assim , a decisão da Empresa aérea TAM  , a retirar  aquela aeronave,

Segundo o Serviço Regional de Proteção ao Voo de São Paulo (SRPV), da Aeronáutica, nenhuma aeronave comercial que decola de Congonhas com destino a Brasília sobrevoa a Avenida Paulista. No  entanto, quando se fica observando no céu  na Paulista , temos voos  frequentes passando por aquela área .

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Embora todos os dias da semana o voo que sai de São Paulo com destino a Brasília às 8h30 chame-se JJ 3720, na quarta-feira o número foi mudado para JJ 4732:   E aquela aeronave foi retirada , conforme telefonema da própria TAM.

O mais importante de tudo  que pessoas foram salvas  e naquela data arranjaram uma outra aeronave para fazer mesmo percurso  no sentido  de tranquilizar  os passageiros  e  tripulantes  –  nem precisavam disso , todos aqui  não estamos  questionando  a empresa aérea TAM  – Jucelino Luz  , muitas vezes, viaja nessa companhia aérea  – o problema foi apenas naquela data  e graças a Deus , muitas pessoas foram salvas com seus alertas .

Jucelino Luz , continua  sempre afirmando , que não é o primeiro acidente  e nem será o último, o problema maior no mundo ainda é  a falta de fiscalização,  reposição de peças , a falta de manutenção que seja mais seguras aos usuários ( passageiros ) . Infelizmente, nos dias de hoje  o  risco ainda poderá ser maior , pois,  muitas empresas aéreas encontram –se  no vermelho  por estarem com dificuldades financeiras  e/ou  por falta de uma administração adequada e também daqueles que as fiscalizam .

Deixamos  aqui registrado nossos sentimentos profundos a todos familiares dessa tragédia anunciada .

Mario Ronco Filho    –    jornalista