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2012 VOCÊ ESTÁ PREPARADO PARA EMBARCAR NESSA
VIAGEM MARAVILHOSA !?
(
ALGUMAS IMAGENS FORAM RETIRADAS DO BUSCADOR
PÚBLICO DO GOOGLE )
2012 é o final ou não ? – O que pode
acontecer nessa data ! Compreende um
conjunto de crenças e teorias escatológicas de
que eventos cataclísmicos ou de transformação
ocorrerão em 21 de dezembro de 2012 data que é
considerada o final de um ciclo de 5.125 anos do
Calendário de Contagem Longa MesoamericanoVários
alinhamentos astronômicos e fórmulas
numerológicas têm sido relacionadas com esta
data. A interpretação da Nova Erasobre essa
"transição" postula que, durante este tempo, o
planeta e seus habitantes podem sofrer uma
transformação positiva física ou espiritual e
que 2012 pode marcar o início de uma nova era.
Outros sugerem que o ano de 2012 marca a data
final do mundo ou o início de uma catástrofe
semelhante. Teorias para o
fim do mundo incluem a colisão da Terra
com um planeta de passagem (muitas vezes
referido como "Nibiru") ou com um buraco negro,
ou a chegada do próximo máximo solar.
Estudiosos de
diversas áreas têm rejeitado a idéia de que uma
catástrofe ocorrerá em 2012. Os principais
estudiosos dos maias afirmam que previsões de
morte iminente não são encontradas em qualquer
um dos clássicos códices maias e que a ideia de
que o calendário de contagem longa "termina" em
2012 deturpa a história maia Os maias modernos
não consideram a data significativa e as fontes
clássicas sobre o tema são escassas e
contraditórias, sugerindo que houve pouco ou
nenhum consenso universal entre eles sobre o que
a data pode significar.No entanto, desde 1974
que Jucelino Luz vem alertanto sobre o
aquecimento Global , o desgelo das calotas
polares e a destruição das florestas da Malásia
e do Amazonas que podem colocar o planeta em
risco nos próximos 15 anos .E há uma necessidade
de emergências no sentido de encontrar novos
tipos de energia para evitar uma catástrofe no
planeta.Mesmo que todos nós parássemos hoje de
poluir o planeta demoraríamos em torno de 100
anos para que o planeta ficasse todo despoluido,portanto,
estamos num grau muito elevado e a necessidade
dessa despoluição deve ser imediata ;enquanto
países estão preocupados com a condição
econômica mundial ,pouco se fala e não há
atitudes concretas (sólidas ) para resolver esse
problema grave.
Adicionalmente,
astrônomos e outros cientistas rejeitam as
previsões apocalípticas e as classificam como
pseudociência, afirmando que os eventos
previstos são desmentidos por simples
observações astronômicas. A NASA tem comparado
os medos em relação ao ano de 2012 com o
fenômeno "Bug do milênio" no final da década de
1990, sugerindo que uma adequada análise dos
fatos pode impedir temores de um desastre.A
ideia de um evento mundial que ocorreria em
2012, baseado em qualquer tipo de interpretação
do calendário de contagem longa, é rejeitada e
considerada como pseudociência pela comunidade
científica internacional. Calendário de Contagem
Longa. Dezembro de 2012 marca o fim do atual
ciclo b'ak'tur da contagem longa mesoamericana,
a qual era usada na América Central antes da
chegada dos europeus. Embora a contagem longa
tenha sido provavelmente inventada pelos olmecas
, tornou-se estritamente relacionada com a
civilização maia, cujo período clássico durou
entre 250 e 900 d. C..Os maias clássicos eram
alfabetizados e seu sistema de escrita
encontra-se substancialmente decifrado.
A contagem longa
define a "data zero" em um ponto do passado, que
marcou o fim do mundo anterior e o início do
atual, correspondente a 11 ou 13 de agosto de
3114 a. C. no calendário gregoriano, dependendo
da forma utilizada. Ao contrário do calendário
usado atualmente pelos maias, a contagem longa
foi linear, e não conjuntural, e mantida em
unidades de tempo baseadas no sistema vigesimal.
Por esse meio, 20 dias correspondem a um uinal,
18 uinals (360 dias) a um tun, 20 tuns a um
k'atun e 20 k'atuns (144.000 dias) correspondem
a um b'ak'tun. Assim, por exemplo, a data maia
8.3.2.10.15 representa 8 b'ak'tuns, 3 k'atuns, 2
tuns, 10 unials e 15 dias desde a data zero.
Muitas inscrições maias têm a contagem de
mudança para uma ordem mais elevada após 13
b'ak'tuns.. Hoje, as correlações mais amplamente
aceitas para o final do décimo terceiro b'ak'tun
são no calendário ocidental os dias 21 e 23 de
dezembro de 2012
Em 1957, o
astrônomo Maud Worcester Makemson escreveu que
"a realização do Grande Período de 13 b'ak'tuns
será da maior importância para os maias." Nove
anos depois, Michael D. Coe, mais
ambiciosamente, afirmou que o "Armageddon
degeneraria todos os povos do mundo desde a sua
criação, e que no dia do décimo terceiro e
último b'ak'tun o universo seria aniquilado, no
dia 24 de dezembro de 2012 (depois revisada para
23 de dezembro de 2012) quando o Grande Ciclo da
contagem chega a sua conclusão." A questão é
ainda mais complicada por diversas
cidades-estados maias empregarem a contagem
longa de maneira diferente. Em Palenque, a
evidência sugere que os sacerdotes acreditavam
que o ciclo terminaria após 20 b'ak'tuns e não
13.
As previsões
apocalípticas de Coe foram repetidas por outros
estudiosos até o início da década de 1990
Entretanto, mais tarde, pesquisadores disseram
que, embora o final do 13º b'ak'tun talvez seja
um motivo de comemoração, não marca o final do
calendário."Não há nada em qualquer profecia
maia, asteca ou da antiga Mesoamérica que sugira
que eles profetizaram qualquer tipo de grande ou
súbita mudança em 2012", diz o estudioso dos
maias Mark Van Stone. "A noção de que um "Grande
Ciclo" vai chegar ao fim é uma invenção
completamente moderna." Em 1990, os estudiosos
maias Linda Schele e David Freidel argumentaram
que os maias "não conceberam que isso seja o fim
da criação, como muitos sugeriram."Susan
Milbrath, curadora de Arte e Arqueologia
Latino-Americana no Museu de História Natural da
Flórida, declarou: "nós não temos nenhum
registro ou conhecimento de que [os maias]
pensavam que o mundo chegaria ao fim" em 2012.
"Para os antigos maias, isso era uma grande
celebração que seria feita até o fim de um
ciclo", diz Sandra Noble, diretora executiva da
Fundação para o Avanço dos Estudos
Mesoamericanos em Crystal River, Flórida,
Estados Unidos A escolha de 21 de dezembro de
2012 como o dia de um evento apocalíptico ou de
um momento cósmico de mudança, diz ela, é "uma
completa invenção e uma chance de lucro para
muitas pessoas." "Haverá um novo ciclo", diz E.
Wyllys Andrews V, diretor do Instituto de
Pesquisas Mesoamericanas da Universidade de
Tulane, em Nova Orleans, Louisiana. "Nós sabemos
que os maias pensavam que houve um antes, o que
implica que eles estavam confortáveis com a
ideia de um outro depois."
Um filme chamado "2012",
dirigido por Roland Emmerich e estrelado pelos
atores John Cusack. Danny Glover, Chiwetel
Ejiofor, Amanda Peet, Thandie Newton, Oliver
Platt e Woody Harrelson estreou em 13 de
novembrode 2009. Em 12 de novembro de 2008, o
estúdio liberou o primeiro trailer de "2012",
que mostrava uma megatsunami surgindo ao longo
dos Himalaias, entrelaçado com uma mensagem
supostamente científica sugerindo que o mundo
acabaria em 2012 e que os governos da Terra não
estavam preparando a população para o evento. O
trailer termina com uma mensagem para os
telespectadores descobrirem a "verdade",
procurando "2012" no Google. O The Guardian
criticou a eficácia do marketing como
"profundamente falha" e associou-o com "sites
que fazem reivindicações ainda mais espúrias
sobre 2012".
O estúdio também
lançou um site de marketing viraloperado pelo
fictício Institute for Human Continuity,
onde os cinéfilos poderão solicitar um número de
sorteio para ser parte de uma pequena população
que seria resgatada da destruição global. O site
fictício lista uma colisão com Nibiru, um
alinhamento galáctico e um aumento da atividade
solar entre os possíveis cenários apocalípticos.
David Morrison da NASA recebeu mais de 1000
perguntas de pessoas que achavam que o site era
genuíno e condenou-o, dizendo: "Eu mesmo tive
casos de adolescentes escrevendo para mim
dizendo que eles estavam pensando em suicídio,
porque não queriam ver o fim do mundo. Eu acho
que mentir na Internet e assustar crianças com o
fim de ganhar dinheiro é eticamente errado. O
calendário maia é um sistema de calendários
e almanaques distintos, usados pela civilização
maia da Mesoamérica pré-colombiana. e por
algumas comunidades maias modernas dos planaltos
da Guatemala.
Estes calendários
podem ser sincronizados e interligados, suas
combinações dando origem a ciclos adicionais
mais extensos. Os fundamentos dos calendários
maias baseiam-se em um sistema que era de uso
comum na região, datando pelo menos do século VI
a.C.. Tem muitos aspectos em comum com
calendários empregados por outras civilizações
mesoamericanas anteriores, como os zapotecas e
olmecas, e algumas civilizações suas
contemporâneas ou posteriores, como o dos
mixtecas e o dos astecas. Apesar de
o calendário mesoamericano
não ter sido criado pelos maias, as extensões e
refinamentos por eles efetuados foram os mais
sofisticados. Junto com os dos astecas, os
calendários maias são os melhores documentados e
compreendidos.
Pela tradição da
mitologia maia, como está documentado nos
registros colonais iucatecas e reconstruído de
inscrições do Clássico Tardio e Pós-clássico, a
deidade Itzamna é frequentemente creditada como
tendo levado o conhecimento do sistema de
calendários aos maias ancestrais, junto com a
escrita em geral e outros aspectos fundacionais
da cultura maia.
O mais importante
destes calendários é aquele com período de 260
dias. Este calendário de 260 dias era prevalente
em todas as sociedades mesoamericanas, e é de
grande antiguidade (quase certamente o mais
velho dos calendários). Ainda está em uso em
algumas regiões de Oaxaca, e pelas comunidades
maias dos planaltos da Guatemala. A versão maia
é conhecida pelos estudiosos como tzolkin, ou
Tzolk'in na ortografia revisada da Academia de
Lenguas Mayas de Guatemala O tzolkin é combinado
com outro calendário de 365 dias (conhecido como
haab, ou haab'), para formar um ciclo
sincronizado durando 52 haabs, chamado de roda
calendárica. Ciclos menores de 13 dias (a
trezena) e 20 dias (a vintena) eram componentes
importantes dos ciclos tzolkin e haab,
respectivamente.
Uma forma
diferente de calendário era usada para manter
registros de longos períodos de tempo, e para a
inscrição da data de calendário (identificando
quando um evento aconteceu em relação a outros).
Esta forma, conhecida como calendário de
contagem longa mesoamericanoou contagem longa, é
baseada no número de dias transcorridos desde um
ponto inicial mítico.De acordo com a correlação
entre a contagem longa e os calendários
ocidentais aceita pela grande maioria dos
pesquisadores maias (conhecida como a correlação
GMT), este ponto inicial é equivalente ao dia 11
de agosto de 3114 a.C. no calendário gregoriano
proléptico, ou 6 de setembro no calendário
juliano (-3113 astronômico). A correlação
Goodman-Martinez-Thompson foi escolhida por
Thompson em 1935 baseado em correlações
anteriores de Joseph Goodman em 1905 (11 de
agosto), Juan Martínez Hernández em 1926 (12 de
agosto), e John Eric Sydney Thompson em 1927 (13
de agosto). Pela sua natureza linear, a contagem
longa podia ser estendida para se referir a
qualquer data no futuro ou passado distantes.
Este calendário envolvia o uso de um sistema de
notação posicional, em que cada posição
significava um múltiplo cada vez maior do número
de dias. O sistema numérico maia era
essencialmente vigesimal (ou seja, tinha base
numérica 20), e cada unidade de uma dada posição
representava 20 vezes a unidade na posição que a
precedia. Uma exceção importante foi feita no
valor de segunda ordem, que em vez disto
representava 18 × 20, ou 360 dias, mais próximo
do ano solar do que seriam 20 × 20 = 400 dias.
Deve-se contudo notar que os ciclos da contagem
longa eram independentes do ano solar.
Muitas inscrições
da contagem longa maia são suplementadas com uma
série lunar, que fornece informações sobre a
fase lunar e posição da Lua em um ciclo
semi-anual de lunações.
Um ciclo de Vênus com 584 dias também era
mantido, e registrava as ascensões heliacais de
Vênus como estrela da manhã ou da tarde. Muitos
eventos neste ciclo eram vistos como sendo
astrologicamente inauspiciosos e perniciosos, e
ocasionalmente as guerras eram iniciadas de
forma a coincidir com estágios deste ciclo.
Outros ciclos,
combinações e progressões de calendários menos
prevalentes ou mal-compreendidos, também eram
seguidos. Uma contagem de 819 dias aparece em
algumas poucas inscrições. Conjuntos repetitivos
de intervalos de 9 e 13 dias associados com
diferentes grupos de deidades, animais e outros
conceitos significativos também são conhecidos.
Com o
desenvolvimento do calendário da contagem longa
e sua notação posicional (que se acredita
herdada de outras culturas mesoamericanas), os
maias tinham um sistema elegante no qual os
eventos podiam ser registrados de forma linear
uns relativamente aos outros, e também com
respeito ao próprio calendário ("tempo linear").
Em teoria, este sistema pode ser estendido para
delinear qualquer extensão de tempo desejado,
simplesmente aumentando o número de marcadores
de maior ordem usados (gerando assim uma
sequência crescente de múltiplos de dias, cada
dia na sequência identificado univocamente por
seu número da contagem longa). Na prática, a
maioria das inscrições maias da contagem longa
limitam-se em registrar somente os primeiros 5
coeficientes neste sistema (uma contagem
b'ak'tun), que era mais do que adequado para
expressar qualquer data histórica ou atual (20
b'ak'tuns são equivalentes a cerca de 7885 anos
solares. Mesmo assim, existem inscrições que
apontavam ou implicavam sequências maiores,
indicando que os maias compreendiam bem uma
concepção linear do tempo (passado-presente-futuro).
Contudo, e em
comum com outras sociedades mesoamericanas, a
repetição dos vários ciclos calendáricos, os
ciclos naturais de fenômenos observáveis, e a
recorrência e renovação da imagética de
morte-renascimento em suas tradições mitológicas
eram influências importantes e ominpresentes nas
sociedades maias. Esta visão conceitual, em que
a "natureza cíclica" do tempo é destacada, era
preeminente, e muitos rituais estavam ligados à
conclusão e recorrência dos vários ciclos. Como
as configurações particulares do calendário eram
novamente repetidas, também o eram as
influências "sobrenaturais" a que elas estavam
associadas. Desta forma, cada configuração
particular do calendário tinha um "caráter"
específico, que influenciaria o dia que exibia
tal configuração. Divinações poderiam então ser
feitas a partir dos augúrios associados com uma
certa configuração, uma vez que os eventos em
datas futuras seriam sujeitos às mesmas
influências conforme as datas correspondentes de
ciclos prévios. Eventos e cerimônias eram
marcados para coincidir com datas auspiciosas, e
evitar as inauspiciosas.
O final de ciclos
de calendário significativos ("finais de
período"), como um ciclo k'atun, geralmente eram
marcados pela ereção e dedicação de monumentos
específicos (principalmente inscrições em
estelas, mas algumas vezes complexos de
pirâmides gêmeas como as de Tikale Yaxha),
comemorando o final, acompanhado por cerimônias
dedicatórias.
Uma interpretação
cíclica também é notada nos mitos de criação
maias, em que o mundo atual e os humanos nele
foram precedidos por outros mundos (de um a
cinco outros, dependendo de onde vem a tradição)
que foram feitos de várias formas pelos deuses,
mas subsequentemente destruídos. O mundo atual
teria uma existência tênue, requerendo súplicas
e ofertas de sacrifícios periódicos para manter
o equilíbrio de existência continuada. Temas
similares fazem parte dos mitos de criação de
outras sociedades mesoamericanas
O tzolk'in (na
ortografia maia moderna , também escrito tzolkin)
é o nome comumente empregado pelos estudiosos da
civilização maia para o Ciclo Sagrado Maia ou
calendário de 260 dias. A palavra tzolk'in é um
neologismo cunhado na língua maia iucateque,
para significar "contagem de dias".Os vários
nomes deste calendário usados pelos povos maias
pré-colombianos ainda são debatidos pelos
estudiosos. O calendário asteca equivalente foi
chamado tonalpohualli, na língua náuatle.
O calendário tzolk'in combina vinte nomes de
dias com os treze números do ciclo trezentos
para produzir 260 dias únicos. Ele é usado para
determinar o momento de eventos religiosos e
cerimoniais e para divinação. Cada dia sucessivo
é numerado de 1 a 13 e então começa novamente em
1. Além disso, a cada dia é dado um nome uma
lista sequencial de 20 nomes de dias:
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Notas:
1. o número sequencial do dia
designado no calendário Tzolk'in
2. Nome do dia, na ortografia padrão
revista padrão da Academia
Guatemalteca de Línguas Maias
3. Exemplo de glifo (logograma) para
o dia designado. Notar que para a
maior parte destes existem várias
formas diferentes; as aqui mostradas
são as versões talhadas nos
monumentos (estas são versões em
cartela)
4. Nome do dia, conforme registros
em língua iucateque do século XVI,
principalmente de Diego de Landa;
até há pouco tempo, esta ortografia
era largamente difundida
5. Na maioria dos casos, não é
conhecido o verdadeiro nome do dia,
tal qual era falado nos tempos do
período clássico(c. 200-900) em que
foi feita a maioria das inscrições.
As versões aqui apresentadas (em
maia clássico, a principal língua
usada nas inscrições) são
reconstruções baseadas em evidências
fonológicas, se existentes; o
símbolo '?' indica que se trata de
uma tentativa de reconstrução. |
Alguns
sistemas começavam a contagem em 1 Imix',
seguido por 2 Ik', 3 Ak'b'al, etc. até 13
B'en. Os números de dias da trezena então
começa novamente em 1 enquanto a sequência
de nomes de dias continua, assim os próximos
dias na sequência são 1 Ix, 2 Men, 3 K'ib',
4 Kab'an, 5 Etz'nab', 6 Kawoq, e 7 Ajau. Com
todos os vinte nomes de dias usados, estes
começam a repetir o ciclo enquanto a
sequência numérica continua, assim o próximo
dia após 7 Ajaw é 8 Imix'. A repetição
completa destes ciclos interconectados de 13
e 20 dias portanto leva 260 dias para se
completar (ou seja, para que todas as
combinações possíveis de número/nome de dia
acontecer uma vez).
Origem do Tzolk'in
A origem exata
do Tzolk'in não é conhecida, mas existem
várias teorias. Uma teoria é que o
calendário vem de operações matemáticas
baseadas nos números 13 e 20, que eram
números importantes para os maias. Os dois
números multiplicados um pelo outro dão 260.
Outra teoria é que o período de 260 dias vem
da duração da gestação humana. Este número é
próximo do número médio de dias entre o
primeiro período menstrual perdido e o
nascimento, diferente da Regra de Naegele,
que é de 40 semanas (280 dias) entre a
última menstruação e o nascimento. É
postulado que as parteiras teriam
desenvolvido originalmente este calendário
para prever as datas de nascimento dos
bebês.
Uma terceira
teoria vem do entendimento da astronomia,
geografia e paleontologia. O calendário
mesoamericano provavelmente se originou com
os olmecas,em um assentamento que existia em
Izapa, no sudeste de Chiapas, México, antes
de 1 200 a.C.. Lá, a uma latitude de cerca
de 15ºN, o Sol passa pelo zênite duas vezes
por ano, e existem 260 dias entre as
passagens no zênite, e gnômons (usados
geralmente para a observação do percurso do
sol e em particular suas passagens pelo
zênite) foram encontrados nesse e noutros
lugares. O almanaque sagrado pode muito bem
ter sido iniciado em 13 de agosto de 1359
a.C, em Izapa. Vincent H. Malmström, um
geógrafo que sugeriu este local e data,
apresenta suas razões:
(1)
Astronomicamente, é a única latitude na
América do Norte onde um intervalo de 260
dias (a duração do "estranho" almanaque
sagrado usado na região em tempos
pré-colombianos) pode ser medido entre
posições verticais do Sol -- um intervalo
que começa no dia 13 de agosto -- o dia que
os povos da Mesoamérica acreditavam que o
mundo presente foi criado; (2)
Historicamente, era o único lugar nesta
latitude que era antigo o suficiente para
ser o berço do almanaque sagrado, que
naquela época (1973) se pensava datar dos
séculos IV ou V a.C; e (3) Geograficamente,
era o único lugar sobre o paralelo de
latitude apropriado que está em um nicho
ecológico tropical de terras baixas onde
criaturas como jacarés, macacos e iguanas
eram nativos -- todos eles usados como nomes
de dias no almanaque sagrado.
Malmström
também oferece fortes argumentos contra duas
das explicações anteriores.
Uma quarta teoria é a de que o calendário é
baseado nas colheitas. Do plantio à colheita
há aproximadamente 260 dias

Haab'
O Haab' era o
calendário solar maia composto de dezoito
meses de vinte dias cada mais um período de
cinco dias ("dias sem nome") no fim do ano
conhecidos como Wayeb' (ou Uayeb na
ortografia do século XVI). Bricker (1982)
estimou que o Haab' foi usado pela primeira
vez cerca de 550 a.C. com o ponto de início
no solstício de inverno.
Os nomes dos
meses do Haab' são conhecidos atualmente
pelos nomes correspondentes em maia
iucateque da eras colonial, conforme
transcritos por fontes do século XVI (em
particular, Diego de Landa e livros como o
Chilam Balam de Chumayel). Análises
fonêmicas dos nomes de glifos Haab' em
inscrições maias pré-colombianas demonstram
que os nomes destes períodos de vinte dias
variavam consideravelmente de região para
região e de período para período, refletindo
diferenças na(s) lingua(s) de básica e usos
nas eras Clássica e Pós-clássica predatando
seus registros por fontes espanholas.
Cada dia no
calendário Haab' era identificado por um
número de dia do mês seguido pelo nome do
mês. Os números dos dias começam com um
glifo traduzido como "assento de" um nome de
mês, que é usualmente atribuído como o dia 0
do mês, apesar de uma minoria o tratar como
o dia 20 do mês que precede o mês nomeado.
No último caso, o "assento de Pop" é o dia 5
de Wayeb'. Para a maioria, o primeiro dia do
ano era 0 Pop (o assentamento de Pop). Ele
era seguido de 1 Pop, 2 Pop, até 19 Pop,
então 0 Wo, 1 Wo, e assim por diante.
Como um
calendário para manter registro das
estações, o Haab' era um pouco impreciso, já
que tratava o ano como tendo exatamente 365
dias, e ignorava o excedente de um quarto de
dia (aproximado) no ano tropical real. Isto
significa que as estações se moviam com
respeito ao calendário por um quarto de dia
a cada ano, de forma que os meses do
calendário com nomes de estações em
particular não mais corresponderiam a estas
estações após alguns séculos. O Haab' é
equivalente ao ano de 365 dias dos antigos
egípcios.
Wayeb'
Os cinco dias
sem nome no fim do calendário, chamados
Wayeb', eram dias que se acreditavam
perigosos. Foster (2002) escreve que
"durante o Wayeb' , os portais entre o reino
mortal e o submundo se dissolviam. Nenhum
limite impedia que as deidades
mal-intencionadas causassem desastres". Para
afastar os maus espíritos, os maias tinham
costumes e rituais que eram praticadas
durante o Wayeb' . Por exemplo, as pessoas
evitavam sair de casas e lavar ou pentear o
cabelo.
Ciclo de Calendário
Nem o sistema
Tzolk'in nem o Haab' numeram os anos. A
combinação de uma data Tzolk'in e uma data
Haab' era suficiente para identificar uma
data para a satisfação da maior parte das
pessoas, já que uma combinação destas não se
repete antes de 52 anos, muito acima da
expectativa de vida geral da época.
Estes dois
calendários eram baseados em 260 e 365 dias
respectivamente, o ciclo completo se repete
exatamente a cada 52 anos Haab'. Este
período era conhecido como um Ciclo de
Calendário. O fim do Ciclo de Calendário era
um período de tensão e má sorte entre os
maias, eles esperavam para ver se os deuses
concederiam outro ciclo de 52 anos.
Contagem longa
Detalhe
mostrando três colunas de glifos da Estela 1
de La Mojarra do século II d.C.. A coluna da
esquerda dá a data de contagem longa
8.5.16.9.9, ou 156 d.C.. As duas colunas da
direita são glifos da escrita epiolmeca.
Como as
datas da roda calendárica só podem
distinguir 18 980 dias, equivalentes a cerca
de 52 anos solares, o ciclo se repete
aproximadamente uma vez em uma vida, e
portanto, um método mais refinado para
manter datas era necessário para registrar a
história de forma mais precisa. Assim, para
manter datas sobre períodos mais longos que
52 anos, os mesoamericanos criaram o
calendário da contagem longa.
O nome
maia para dia era k'in. Vinte destes k'ins
são conhecidos como um winal ou uinal.
Dezoito winals fazem um tun. Vinte tuns são
conhecidos como k'atun. Vinte k'atuns fazem
um b'ak'tun.
O
calendário da contagem longa identifica uma
data contando o número de dias desde a
criação maia, 4 Ahaw, 8 Kumk'u (11 de agosto
de 3114 a. C. no calendário gregoriano
proléptico ou 6 de setembro no calendário
juliano). Mas em vez de usar um esquema de
base 10 (decimal), como a numeração
ocidental, os dias da contagem longa eram
registradas em um esquema de base 20
modificado. Assim, 0.0.0.1.5 é igual a 25, e
0.0.0.2.0 é igual a 40. Como a unidade winal
reinicia ao chegar a 18, a contagem longa
usa a base 20 consistentemente só se o tun
for considerada a unidade primária de
medida, não o k'in, com o k'in e winal sendo
os números de dias em um tun. A contagem
longa 0.0.1.0.0 representa 360 dias, em vez
de 400 em uma contagem de base 20 pura.

Existem também
quatro ciclos de ordem superior raramente
usados: piktun, kalabtun, k'inchiltun, e
alautun.
Como as datas
da contagem longa não são ambíguas, esta
estava particularmente bem adaptada para o
uso em monumentos. As inscrições monumentais
não só incluíam os cinco dígitos da contagem
longa, mas também incluíam os dois
caracteres tzolk'in seguidos pelos dois
caracteres haab'.
A
interpretação incorreta do calendário
mesoamericano de contagem longa forma a base
de uma crença do movimento Nova Era, de que
um cataclismo aconteceria no dia 21 de
dezembro de 2012. 21 de dezembro de 2012 é
apenas o último dia do 13º b'a'ktun. Não é o
final da contagem longa, pois ainda se
seguirão os b'a'ktuns 14º a 20º.
Ciclo de
Vênus
Outro
calendário importante para os maias era o
ciclo de Vênus. Os maias eram astrônomos
hábeis, e podiam calcular o ciclo de Vênus
com extrema precisão. Existem seis páginas
no Códex de Dresden (um dos códices maias)
devotadas ao cálculo preciso da ascensão
heliacal de Vênus. Os maias conseguiram
atingir tal precisão por observação
cuidadosa ao longo de muitos anos. Existem
várias teorias sobre porque o ciclo de Vênus
era especialmente importante para os maias,
incluindo a crença de que estava associado
com a guerra e que era usado para adivinhar
bons períodos (chamada astrologia eletiva)
para coroações e guerras. Os governadores
maias planejavam o início das guerras quando
Vênus ascendia. Os maias possivelmente
também registravam os movimentos de outros
planetas, incluindo Marte, Mercúrio, e
Júpiter.
A Revista Science
publicou um artigo em 26-junho de
2009 informando que os cientistas são
unânimes em dizer que não estamos preparados
para a próxima máxima solar que acontecerá
entre 2012 e 2013. Uma grande tempestade
solar poderá trazer conseqüências
assustadoras para a humanidade.Danos à rede
de força e sistemas de comunicação poderão
ser catastróficos, falam os cientistas, com
efeitos que podem levar ao descontrole
governamental da situação. As previsões são
baseadas em uma grande tempestade solar de
1859 que fez com que os fios dos telégrafos
entrassem em curto nos EUA e Europa, levando
a grandes incêndios. Possivelmente foi a
pior em 200 anos, de acordo com um novo
estudo. Com o advento das redes de energia,
comunicação e satélites atuais temos muito
mais em risco.“Uma repetição contemporânea
do evento [de 1859] causaria distúrbios
sócio-econômicos significativamente mais
extensos”, concluíram os pesquisadores. A
cada 11 anos, quando o sol entra na sua fase
mais ativa, ele pode enviar tempestades
magnéticas poderosas que desligam satélites,
ameaçam a segurança dos astronautas e até
interrompem sistemas de comunicação na
Terra. Um artigo do canal americano FOXNEWS
disse: "Uma brutal tempestade solar poderia
'apagar' os EUA por meses". Para piorar a
situação, cientistas da NASA informaram em
2003 que foram descobertos "buracos" no
campo magnético da Terra, o que pode indicar
que nosso escudo protetor contra as
tempestades solares não suportará a máxima
solar que vai ocorrer por volta de 2012.
Recentemente um estudo mostrou que o sol
bombardeia a Terra com rajadas de partículas
- o chamado vento solar - mesmo quando sua
atividade parece estar em baixa. Se isso for
verdade, a Terra pode sofrer grandes
impactos mesmo diante de um período de
mínimo solar. Para os WebBots algo
devastador vai ocorrer em 2012. Segundo seus
idealizadores, os WebBots parecem indicar
algum evento ligado a descarga de plasma que
poderá atingir nosso Planeta por volta de
2012. Isso poderia sugerir uma explosão de
raios gama ou algum evento ligado a
tormentas solares que poderá nos atingir por
volta de 2012 (como já falamos antes).
Especula-se também que será por volta de
2012 que o mega vulcão de Yellowstone
entrará em erupção e destruirá metade dos
EUA, além de afetar drasticamente o clima de
todo o Planeta. Também especula-se que a
Costa Leste dos EUA poderia ser atingida por
um grande tsunami ocasionado por uma
explosão vulcânica próximo às Ilhas
Canárias. Este evento, segundo alguns
cientistas. atingiria também a costa norte e
nordeste brasileira.
Especialistas
consideram possível que nos próximos anos
aconteça o temível "Terremoto do Tokai" no
Japão, um mega terremoto de proporções
catastróficas. Outra possibilidade real que
aterroriza os cientistas é a ocorrência de
uma mega terremoto mortal em Los Angeles, o
chamado "Big One". Segundo alguns
cientistas, há sinais que indicam que este
evento inevitável se aproxima.
Alguns estudiosos acreditam que 2012 é a
data final para acharmos uma solução para o
inevitável fim do petróleo que poderá
ocorrer nas próximas décadas. Caso isso não
seja feito o mundo poderá entrar em uma
imensa recessão global e posterior colapso
econômico. As nações irão lutar entre sí
pela última gota de petróleo. Isto poderá
desencadear uma guerra no planeta e o fim da
civilização como a conhecemos, alertam estes
estudiosos.
O 'Código da
Bíblia' parece indicar que o fim dos tempos
chegou após o atentado de 11 de setembro de
2001 e poderia culminar com a queda de um
asteróide ou guerra atômica no ano de 2012.
Já para o Timewave Zero a data de 21 de
dezembro de 2012 marca o equilíbrio, o fim
dos velhos paradigmas, o novo começo, onde
nada será mais como era anteriormente.
Estudiosos do
"Livro Perdido de Nostradamus" fazem
interpretações do que seria um aviso de
Nostradamus sobre o período que vai de 1999
até 2012. Segundo estas interpretações,
Nostradamus parece nos avisar sobre um
evento de grande magnitude que pode ocorrer
por volta de 2012 em nosso Planeta.
Para alguns
monges tibetanos a data de 2012 marcará o
"fim dos dias", podendo ocorrer uma guerra
atômica por volta deste ano. Ainda segundo
este monges, o mundo não será totalmente
destruído, já que haverá uma intervenção
extraterrestre.
A data de 21
de dezembro de 2012 é também a data mágica
para os índios Hopis do Arizona. "A Profecia
Hopi é uma tradição oral de histórias que,
no dizer dos índios, previram a chegada do
homem branco, as guerras mundiais e as armas
nucleares. Eles prevêem também que o tempo
acabará quando a humanidade passar para o
'quinto mundo'", relata Richard Boylan em
Earth Mother Crying: Journal of Prophecies
of Native Peoples Worldwide. Os Hopis
escondem ciosamente suas profecias do
público em geral, a ponto de às vezes
processarem aqueles que as divulgam. No
entanto, sabe-se que o Calendário Hopi
combina basicamente com o dos maias: ambos
marcam o começo do Quinto Mundo, ou Idade,
para 21/12/2012
Algumas fontes
sugerem que estamos atualmente nos
aproximando do final do Kali Yuga (Idade do
Ferro) que, segundo a tradição Hindu, é a
última e mais negativa das quatro eras
evolucionárias do grande ciclo manvantárico.
Existiu uma Idade de Ouro (Satya Yuga), mas
à medida que o tempo avançou, o planeta
entrou numa espiral descendente negativa e a
qualidade de vida em cada Yuga (Idade ou
Era) tornou-se gradualmente removida do
conhecimento da verdade e da lei natural. O
Kali Yuga é caracterizado pela intoxicação,
prostituição, matança de animais, destruição
da natureza e pelo vício do jogo. Esta é a
era onde a gratificação dos sentidos é a
meta da existência, onde se acredita somente
no que se vê, onde não existe misericórdia e
onde Deus se tornou um mito. Existem
guerras, o vício e a ignorância são
dominantes e a verdadeira virtude é
praticamente inexistente. Os líderes que
governam a Terra são violentos e corruptos e
o mundo tornou-se completamente pervertido.
Segundo os preceitos do hinduísmo, Kalki, o
10º e final avatar de Vishnu, virá montado
num cavalo branco, manuseando uma espada
flamejante com a qual irá derrotar o mal e
restaurar o dharma, dando início a um novo
ciclo, uma nova Idade de Ouro ou Satya Yuga.
No “Brahma-Vaivarta Purana”, que é um texto
religioso Hindu, o senhor Krishna diz a
Ganga Devi que uma nova Idade de Ouro irá
começar 5 000 anos depois do início do Kali
Yuga e que esta durará 10 000 anos. Esta
previsão da chegada de um novo mundo é
também profetizada pelos maias. O calendário
maia começou com o 5º Grande Ciclo em 3113
a.C. e terminará em 21 de Dezembro de 2012.
O Kali Yuga Hindu começou em 18 de Fevereiro
de 3102 a.C. Só existe uma diferença de 11
anos entre o começo do Kali Yuga e o começo
do 5º Grande Ciclo dos maias. Os antigos
Hindus utilizaram principalmente calendários
lunares, mas também calendários solares. Se
o calendário lunar normal equivale a 354,36
dias por ano, então seriam 5270 anos lunares
desde que começou o Kali Yuga até à data de
21 Dezembro de 2012. São cerca de 5113 anos
solares de 365,24 dias por ano desde o
início do Kali Yuga até ao Solstício de
Inverno de 2012. Desta forma, o calendário
Maia parece corroborar o calendário Hindu.
Quer por anos solares ou lunares, de acordo
com as antigas escrituras Hindus, parece ter
chegado o tempo da profecia de Krishna se
realizar. Uma idade de ouro pode assim
começar em 2012. É impressionante porque
ambos os calendários começam mais ou menos
ao mesmo tempo, há cerca de 5000 anos atrás
e ambos prevêem um novo mundo totalmente
diferente, uma Idade de Ouro que se iniciará
cerca de 5000 anos depois do começo dos
mesmos. E não deixa de ser espantoso porque,
historicamente, estas duas culturas antigas
não tiveram nenhum tipo de contato. Mais uma
vez parece existir alguma verdade por detrás
disto.
Para Howard
Menger, famoso contatado por seres
extraterrestres dos anos 50, os et's teriam
lhe contado que retornariam à Terra em 2012.
Curiosamente o sacerdote Maia Chilam Balam
diz o mesmo. Segundo ele, o fim deste katum,
que terminará em 2012, será marcado pelo
retorno da divindade Suprema à Terra,
anunciando uma nova era, nas relações
humanas. O Livro Sagrado Maia do CHILAM
BALAM, diz: "Ao final do último Katun
(1992-2012) haverá um tempo em que estarão
imersos na escuridão, mas logo virão os
homens do Sol trazendo o sinal futuro.
Despertará a Terra pelo norte e o poente, o
ITZA despertará". Podemos ver que esta
profecia Maia é compatível com os religiosos
que aguardam pela volta do messias ou pelos
estudiosos dos discos voadores que esperam o
grande contato extraterrestre. Todos falam
que este evento ocorrerá o mais breve
possível.
Os religiosos e espiritualistas esperam pelo
"Juízo Final" ou "Armagedon", a separação
espiritual do “joio e do trigo” ou a
"batalha final entre Deus e Satã", que se
dará com a chegada de um messias (ou numa
visão mais moderna dos extraterrestres) e
colapso total da civilização humana baseada
no materialismo/ egoísmo (colapso do sistema
econômico) e início de um "novo mundo", uma
nova civilização voltada ao espiritualismo,
amor e fraternidade. Nesta mesma linha de
“juízo final”, outros falam que a chegada
dos extraterrestres se dará após um
cataclismo provocado pela passagem do
“segundo sol” (como já falamos
anteriormente).
Estudiosos do
Calendário Maia como o espiritualista
Fernando Malkun também defendem a teoria que
a data será marcada por uma mudança de
consciência: o fim do medo.
Não podemos
esquecer que na visão espiritualista do “fim
do mundo”, o lado material (catástrofes, fim
do dinheiro, materialismo, consumismo, etc)
é colocado em segundo plano. Não que isso
não acontecerá. Eles falam que sim, mas o
que vai separar um mundo do outro é uma
mudança da consciência: a consciência
egoísta e individualista “sou ser humano,
pertenço ao planeta Terra” morrerá e nascerá
a consciência universalista “sou a
encarnação de um espírito, pertenço ao
Universo”. Lembrando que para os espíritas e
muitos espiritualistas os reprovados no
“juízo final”, ou seja, aqueles que não
mudarem a consciência frente as últimas
“provas”, serão exilados no Nibiru/ Planet X
e terão que recomeçar do zero todo o
processo de reencarnação, enquanto que os
aprovados para a nova Terra vão estar livres
de recordações do passado e qualquer traço
de egoísmo e individualismo. Serão os
habitantes da nova Terra, do "mundo de
regeneração", como os espíritas falam.
Como viu,
muitos têm a sua versão do que vai ocorrer
por volta de 2012. Mas se notar você vai ver
que não será o “fim do mundo”, mas o fim de
“um tipo de mundo”, da nossa civilização,
sociedade, raça. Como sempre aconteceu, uma
nova raça mais desenvolvida vai surgir após
a extinção da velha.
Não nos restam dúvidas que nossa civilização
está à beira do colapso. Nunca antes
estivemos mergulhados em tantas crises ao
mesmo tempo: superpopulação humana, pobreza
e desigualdade social, crise financeira
mundial, crise alimentar, crise energética,
escassez de água e petróleo, consumismo
frenético, ameaças de terrorismo e guerras
nucleares, o reaparecimento de doenças
mortais, escândalos envolvendo políticos,
quedas de governos, mudanças climáticas e o
aumento impressionante das catástrofes
naturais e da extinção de espécies, além do
agravamento da violência e distúrbios civis.
Qualquer um que usar a inteligência deve
compreender que, independentemente das
profecias de 2012 se realizarem, nossa
sociedade está caminhando a passos largos em
direção ao precipício. Basta ser um bom
observador e perceber isso. Por mais absurdo
que possa parecer, isso não é nem um pouco
irracional. Se voltar no tempo verá que
grandes civilizações entraram em colapso
quando atingiram o auge intelectual e
tecnológico. Num só golpe elas desaparecerem
da face da Terra, deixando apenas perguntas
sem respostas e um grande mistério.Enquanto
estamos todos preocupados com 2012
,deveríamos estar mais atentos aos próximos
anos : 2013 em diante , pois, será decisivo
para a sobrevivência nesse planeta,diz
Jucelino Luz. Autor do livro : 2012 início
de uma nova era . Esse livro estará
disponível à partir de dezembro de 2011.
Mário Ronco Filho – Jornalista
(Colaborador )
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